PJ é a maior escola de formação de lideranças da Igreja

 

A afirmação é de Dom Vilson Basso, da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB, recordando a caminhada da PJ ao longo dos anos.

A afirmação é de Dom Vilson Basso, da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB, recordando a caminhada da PJ ao longo dos anos.

 

Lideranças da Pastoral da Juventude/PJ, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil/CNBB e convidados participaram da mesa oficial de abertura do 11º Encontro Nacional da PJ/ENPJ na manhã dessa segunda-feira (19). O evento, que acontece até domingo, em Manaus, reúne mais de 500 jovens de todo o país.

Estiveram presentes no ato de abertura, Dom Vilson Basso, bispo de Caxias e membro da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude/CEPJ da CNBB, Dom Mário Antonio, bispo auxiliar da arquidiocese de Manaus, Ir. Elsie Vignotti, da Conferência dos Religiosos do Brasil, Aline Ogliari, secretária nacional da PJ, Lidiane Cristo, coordenadora nacional da PJ pelo regional Norte 1 da CNBB, Fernanda Sousa, coordenadora arquidiocese da PJ e Loide Almada, da comissão nacional de assessores da PJ.

A importância da PJ

Dom Vilson Basso acolheu os presentes e trouxe à memória os ENPJs anteriores. Segundo ele, os encontros nacionais são espaços de formação, celebração e mística, e repercutem de forma muito positiva nos regionais e dioceses. “A PJ é a maior escola de formação de lideranças da Igreja do Brasil”, enfatizou o bispo. Ainda, de acordo com o Dom Vilson, ele só aceitou o convite para participar da Comissão da CNBB por ser pjoteiro. “A Igreja do Brasil acredita na PJ, na Pastoral da Juventude”, afirmou Basso.

Em seguida, Dom Mário Antônio, bispo auxiliar de Manaus recordou a iluminação bíblica do ENPJ, “Mestre, onde moras? Vinde e Vede!”. Para ele, os jovens, enquanto Igreja, têm que promover uma verdadeira cultura do encontro. E parafraseando o bispo de Roma, o papa Francisco, disse que a PJ deve ser uma pastoral em saída, em busca do outro.

O vice-presidente do Conselho Nacional de Juventude/CONJUVE, Daniel Souza, que atua na Rede Ecumênica de Juventude/REJU lembrou da importância que a Pastoral da Juventude tem no debate e construção de políticas públicas de juventude no país. “A PJ é a maior escola de formação e debate de política pública de juventude no Brasil”, afirmou Daniel.

Manaus, casa do Mestre

Lidiane Cristo recordou o processo de construção do 11º ENPJ e trouxe um apelo para que a espiritualidade amazonense, cabocla seja fonte para a PJ de todo o Brasil. “Sem dúvida a inculturação, o beber da fonte de nosso povo, é algo essencial e caro à PJ”, disse Lidiane. Logo depois a Fernanda Souza, da equipe da Arquidiocese de Manaus, falou da colaboração e empenho de toda a Igreja local para que acontecesse o ENPJ, desde os bispos, as comunidades, famílias e os pjoteiros das lindas terras manauaras.

Representando a Comissão Nacional de Assessores, Loide de Souza e Silva disse que um dos objetivos do ENPJ é que se possa elaborar no serviço pastoral posturas proféticas diante de tantos sinais de morte. “O pão só faz sentido quando é partilhado”, afirmou Loide ao lembrar o tema do encontro.

 O 11º Encontro Nacional da Pastoral da Juventude segue até do dia 25 de janeiro. Nesta terça feira jovens e assessores realizam missão em diversas comunidades de Manaus, divididos entre as realidades urbana, rural, ribeirinha e indígena. São 40 pontos de missão para os mais de 500 delegados.

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 Pastoral da Juventude

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