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Organização

COMO NOS ORGANIZAMOS E ARTICULAMOS

Ela vem de dentro

De dentro ela vem

Toda magia que a PJ tem

PJ Sul 1

 

A Pastoral da Juventude, a partir do seu 5º Encontro, definiu que sua organização é formada pelos grupos de jovens, pela Ampliada da Pastoral da Juventude, pelo Encontro Nacional, pela  coordenação nacional, pela comissão nacional de assessores e pela secretaria nacional da PJ. Inseridos na igreja do Brasil, nossos referenciais em nível nacional são o bispo da CNBB encarregado de acompanhar a evangelização da juventude no Brasil e o encarregado do Setor Juventude, também da CNBB. A mesma orientação vale para as instâncias dos Regionais da CNBB.

 

GRUPOS DE JOVENS

A Pastoral da Juventude tem os grupos de jovens como uma opção político pedagógico onde a vivencia grupal acontece para a ação evangelizadora. “Organizamos-nos a partir dos grupos de jovens, por acreditar que este é um espaço privilegiado de valorização do protagonismo juvenil, da vivencia da comunitária e da evangelização. Fator importante para o processo de educação na fé. A reunião do grupo é um momento importante e fundamental na vida do grupo. É no processo de reunião que o grupo nasce, cresce e amadurece. A reunião é o “miolo” da fruta, na formação integral do grupo jovem que entra no processo” (Criando Grupos de Jovens)
Os grupos de base são grupos que se reúnem frequentemente para a reflexão. Comprometem-se na oração e ação. São grupos de vida, onde todos tem (e deve ter) sua própria maneira de ser.
Não existe um modelo pronto, para ser copiado. O desenvolvimento das reuniões e encontros, possuem características diversas em cada lugar e grupo. Enfim o grupo é lugar de amizade, de crescimento na fé, de socialização juvenil, de conhecimento integral de si, do outro/as, da comunidade, da sociedade, do projeto de vida e da vocação (Plano Trienal da PJ 2005-2007).

 

AMPLIADA NACIONAL DA PASTORAL DA JUVENTUDE

A deliberação de realizar Ampliadas Nacionais aconteceu no 6º Encontro Nacional, em Cuiabá. Elas acontecem a cada dois anos, logo após o Encontro Nacional, podendo ser convocadas ampliadas extraordinárias, conforme a necessidade. Essa reunião tem a participação de delegados diocesanos escolhidos pelas organizações regionais. É a instância onde acontecem as deliberações, escolhas das diretrizes para a ação e caminhada.  É nela que, também, se reflete a representação nas coordenações nacionais da PJ e da PJB, além de apontar rumos para a escolha de assessores e secretaria.
Não se constitui como assembléia, pois tem uma estrutura mais ágil. Porém é a instância maior de consulta e deliberação da Pastoral da Juventude Nacional. Sua coordenação é de responsabilidade da coordenação dos jovens da PJ, juntamente com seus assessores. Confira abaixo uma síntese das Ampliadas Nacionais:


Ampliada Nacional de São Luis do Maranhão. Aconteceu em janeiro de 2001, no regional Nordeste V. Na época ainda chamávamos de “Reunião Ampliada Nacional”. Hoje o termo “Reunião” foi suprimido.

 

Ampliada Nacional de Vila Velha. Foi realizada em janeiro de 2004, no Espírito Santo, no Regional Leste II. Essa Ampliada foi considerada um marco dentro da caminhada. Na época vivíamos as discussões em vista da 14ª ANPJB e já era claro que não dava mais para insistir em se organizar a partir do conjunto das PJ´s , já que a nossa visão conflitava permanentemente com as outras PJ´s. Assim a Ampliada de Vila Velha tomou algumas definições por onde se daria a sua caminhada.

 

Ampliada de Salgado. Aconteceu no Estado de Sergipe, no regional nordeste IV. Foi nela que se firmaram as deliberações da secretaria e da assessoria nacional e a construção do Plano Trienal. A ampliada aconteceu sob a inspiração do lema “Vamos fincar nosso pé e fazer a nossa História”. Na construção deste plano a Ampliada traça dez (10) metas para serem atingidas até 2010 e cinco (5) projetos para concretização até o final de 2007: A Juventude quer viver, Caminho de Esperança. Mística e Construção, Ajuri e Teia de Comunicação.

 

Ampliada de Palmas. Foi realizada de 03 a 06 de janeiro de 2008, em Palmas no Tocantins, no sub-regional Tocantins (regional Centro Oeste). Como o tema: De Pé no Chão Transformando a História e iluminação bíblica “Vejam! Eu vou criar um novo céu e uma nova terra” (Is 65,17a). Buscou construir um plano que orientasse a caminhada da Pastoral da Juventude nos regionais e dioceses para os próximos anos. Buscando ainda: proporcionar um espaço de encontro, troca de experiência, celebração do Deus da Vida, compreendendo os desafios que vivem a juventude para avançar na articulação, organização, missão e aproximação do mundo juvenil em vista de projetar os sonhos para a construção de novas possibilidades e alternativas de evangelização do universo juvenil e resistência na realidade.

 

ENCONTRO NACIONAL DA PASTORAL DA JUVENTUDE

A Pastoral da Juventude Nacional realiza seus Encontros Nacionais a cada três anos, com representação de jovens de todas as dioceses em que houver trabalho articulado de pastoral da Juventude.  Esse é um espaço para troca de experiências, reflexão da caminhada e apontamentos de pistas para a ação. Sua preparação e animação são de responsabilidade da coordenação nacional de jovens e assessores. Cada encontro aponta três cidades para acolher o encontro e a cidade que for escolhida terá que garantir uma infra-estrutura que possibilite o mesmo1
                Os três primeiros Encontros Nacionais foram espaços fundamentais de pertença a esta pastoral, pois eles ajudaram a refletir e a materializar o rosto (identidade), percebendo a missão de evangelizadores de jovens protagonistas de sua história.  Confira abaixo uma breve síntese de cada encontro.

 

1º Encontro Nacional - Pontalina – Goiás, janeiro de 1994, Estiveram presentes nove regionais da CNBB. Como ponto de pauta esta o conhecimento mutuo, o olhar para os grupos de jovens destes regionais, para perceber “quem somos”, “qual a nossa cara”, “nossa IDENTIDADE”.  Definiu-se que somos uma PJ formada por jovens trabalhadores, estudantes, do meio urbano, do meio rural, desempregados"2.

 

2º Encontro Nacional – Goiânia, julho de 1994. O encontro centrou-se no resgate da história e situou a discussão em torno da especificidade na PJ do Brasil. Refletiu-se sobre Identidade e Missão

 

3º Encontro Nacional - Campo Grande – MS, março de 1995. O terceiro Encontro Nacional foi o último da trilogia, “Quem Somos”. Entre outras motivações soava forte o grito pela definição da sigla, ou seja, a que melhor refletiria a identidade. Conclui-se que: PJ é o nome que melhor identifica esta articulação de experiências, respeitando a caminhada que se faz nas dioceses e regionais do Brasil.  E ainda ressaltou: “É ao lado das PJ´s (PJE, PJR, PJMP) que queremos construir um novo tempo para a PJ do Brasil, onde a missão nos une como discípulos de Jesus Cristo no serviço aos jovens, sobretudo os jovens empobrecidos e excluídos”.

4º Encontro Nacional – Divinópolis – MG, julho de 1996. Reuniu 90 pessoas de todos os regionais e teve como objetivo “repensar a articulação da PJ buscando saídas para uma organização flexível, que respeite a diversidade sendo integradora e humanizadora”.  Foi o encontro “das parteiras e parteiros”, como se intitularam.  A partir das discussões da trilogia dos primeiros três encontros, foi elaborado um texto oficial sobre Identidade e Missão e organização:

 

5º Encontro Nacional – Salvador – BA, janeiro de 1998. PJ teve um caráter mais de massa, aconteceu em janeiro de 1998, em Salvador – BA. Todos lembram daquele jornal “Conhecer-se para ser mais!”, que foi direcionado para as coordenações diocesanas, onde apresentava as grandes discussões sobre a juventude na pós-modernidade, e, mais uma vez, a identidade da PJ e a Missão, e Organização.

 

6º Encontro Nacional – Cuiabá – MT, janeiro de 2000. Foi momento de perceber como a PJ estava espalhada pelo Brasil. Através do Lema: Somos Jovens! Anunciamos um novo milênio de esperança, mostra-se o trabalho com a partilha do Plano Trienal da PJB e fez-se uma missão jovem pelos vários cantos da cidade. Definiu-se, também, que o próximo encontro teria um caráter com este caráter de massa, troca de experiência e que entre os encontros nacionais se faria uma Reunião Ampliada onde esta, teria um caráter deliberativo. Reunião Ampliada seria o espaço dos regionais discutirem e deliberarem as questões referentes a pastoral.  Elaborou-se também uma carta aos jovens do Brasil, fruto dessa experiência missionária. O 6º ENPJ também foi o encontro das bandeiras, Educação e Espiritualidade.

 

7º Encontro Nacional, Ananindeua, PA, janeiro de 2003.  A PJ armou sua tenda no Pará para refletir: “A Igreja se fez Jovem”. Foi um momento de olhar a realidade da juventude, a missão, o Plano Trienal da PJB e a organização. É importante ressaltar que este foi o primeiro Encontro Nacional que teve o caráter exclusivamente de partilha.

 

8º Encontro Nacional, Campinas – SP, janeiro de 2006.Foi um espaço privilegiado de animação, reflexão e celebração da caminhada, troca de experiências e estudo entre os/as jovens das dioceses e regionais de todo o Brasil. Teve como objetivo Celebrar os 27 anos de Puebla, considerando a realidade da juventude e reafirmação da mística para que a juventude tenha vida e a tenha em abundância.

 

9º Encontro Nacional, Natal – RN, janeiro de 2009. Teve como tema: “IDE CONSTRUIR A CIVILIZAÇÃO DO AMOR” e lema “Eu vi um novo céu e uma nova terra” (ap. 21,1). Momento que possibilitou um amplo olhar sobre a realidade juvenil, a partir dos grupos de base, do Plano de Ação da Pastoral da Juventude, para a missão, intervenção social e a construção da Civilização do Amor a luz do seguimento a Jesus de Nazaré. Foi um espaço de encontro, troca de experiências dos grupos e vida das lideranças; Refliu sobre os rumos para a caminhada da pastoral para os próximos anos tendo em vista seu plano de ação, missão e intervenção social considerando a diversidade da realidade da juventude brasileira; Celebrou o Deus da vida para animar a missão de construir a Civilização do Amor. Os eixos centrais serão: Missão e Espiritualidade missionária; Realidade juvenil e Realidade Teológica; Projeto de missão e intervenção pastoral; Projeto de Vida; Políticas Públicas e Direitos para a Juventude.

 

1 - em anexo segue os critérios necessários para a escolha e definição bem como o papel de quem vai articular no local.

2 - Ver com mais detalhes no item identidade da PJ

 

Fonte: Pastoral da Juventude: um jeito de ser  e fazer. Orientações  para a caminhada: um CORPO em construção. Org. Lourival Rodrigues da Silva. São Paulo: CCJ, 2009.

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"PJ: Missão e Profetismo"
Tema da Ampliada Nacional da PJ - Imperatriz - MA

 

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