Maria de Magdála e as Mulheres no Movimento de Jesus – por Vanildes dos Santos

“Então Maria Madalena foi e anunciou aos discípulos: “Eu vi o Senhor”. E contou o que Jesus tinha dito” (João 20, 18). 

Querid@s jovens e assessor@s da Pastoral da Juventude, saúdo vocês na alegria desse iniciar da celebração do Jubileu dos 50 anos da PJ.

Sou Vanildes Gonçalves dos Santos, fui da Pastoral da Juventude, inicie nos grupos da PJ na Paróquia São Sebastião, na Diocese de Anápolis, nos inícios dos anos de 1990, participei da coordenação regional (Centro-Oeste) e Nacional da Pastoral da Juventude (1995 a 1998). Atualmente, sou colaboradora do Cajueiro, assessora do Centro de Estudos Bíblicos/CEBI e Professora na Universidade Católica de Brasília.

Recebi do jovem Davi, secretário nacional, um convite bem desafiador, mas muito bonito, fazer um texto que abra as celebrações do Jubileu dos 50 anos da PJ e, também, que retome a memória das mulheres no movimento de Jesus, como inspiração para a campanha de combate aos ciclos de violência contra as mulheres. Fiquei feliz com o convite, assim, como muito contente com a ousadia da PJ de criar uma campanha tão importante, urgente e necessária.

Essa campanha é uma ação que deve se ajuntar a todas as que já existem para fortalecer esse movimento até superarmos todas as formas de violência contra meninas e mulheres. A PJ sempre foi uma voz profética na Igreja e na Sociedade, com essa campanha ela reforça sua fidelidade à profecia e à missão do seguimento a Jesus, que deseja vida e vida em abundância para todas e todos (João 10,10) .

Davi contou-me que, a cada ano, uma cidade bíblica será a inspiração para celebrar o caminho do jubileu, e, esse ano de 2019, a cidade escolhida é Magdála, a cidade de Maria Madalena. Convido então, para fazermos juntos um caminho seguindo os passos dessa mulher, que a partir da memória dos evangelhos presentes na Bíblia, no Segundo Testamento é uma mulher que junto com outras, fez parte da vida e do movimento de Jesus de Nazaré.

Quero começar esse nosso diálogo com algumas perguntas para coçar um pouco nossas ideias: Por que as mulheres que seguiram Jesus não são tão conhecidas, citadas, tem suas imagens nas igrejas, como os homens que o seguiram?  A quem interessou ou interessa que as mulheres não sejam lembradas na trajetória de Jesus? Que implicações tem para as relações entre homens e mulheres seja na bíblia, seja na nossa sociedade “esconder” as mulheres?

 

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